Graus de calvície: identifique o seu

A alopecia androgenética é uma das principais causas da perda de cabelo e ela atinge tanto homens quanto mulheres, nos mais variados graus de calvície. As causas genéticas do problema ainda não são conhecidas, apesar de existirem algumas teorias. No entanto, a calvície tem relação com a testosterona que afeta algumas regiões do couro cabeludo, resultando na queda dos fios.

De acordo com dados divulgados pela Sociedade Brasileira do Cabelo, cerca de 42 milhões de brasileiros sofrem com a calvície androgenética, que é o tipo mais comum. Sobretudo, outros fatores como excesso de oleosidade ou química, anemia e estresse podem contribuir para a alopecia. Aliás, como já citamos acima, existem vários graus de calvície, que explicaremos a seguir.

Escalas de Graus de calvície

Os graus de calvície são medidos baseados em algumas escalas: Ludwig, Savin e a mais utilizada, Norwood-Hamilton. Neste artigo, vamos falar dos graus de calvície baseados nesta última, que apresenta até 7 graus de calvície. Em síntese, as variações ocorrem desde a perda mínima de cabelo até o grau mais grave, em que não existem mais nenhum fio no couro cabeludo.

Graus de calvície

Tipo I: este é o grau de calvície menos perceptível. Trata-se das entradas presentes na parte superior da testa, sem a presença de rarefação em outros pontos da cabeça.

Tipo II: também pouco perceptível, porém mais notável que a primeira. As entradas na cabeça começam a ficar cada vez mais acentuadas, entretanto, não comprometem as demais áreas do couro cabeludo. O paciente já pode começar a pensar na possibilidade de um implante capilar mais tarde.

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Tipo III: a perda de cabeço está bem acentuada principalmente na parte superior da testa e alguns pontos em outros locais do couro cabeludo. Neste grau já é possível fazer o transplante capilar, caso o paciente se sinta incomodado com o grau de calvície.

Tipo IV: este é um estágio um pouco mais complicado que os outros, pois não há mais fios próximo a testa. Aliás, existe cabelo apenas na parte superior da cabeça e começa a aparecer rarefação na parte em que é conhecida como coroa.

Tipo V: trata-se de um grau de calvície avançado do tipo IV. As áreas calvas se tornam maiores a medida que o tempo vai passando e é caracterizada pela ligação entre duas regiões sem cabelo, como a parte da frente da testa e o topo do couro cabeludo.

Tipo VI: este grau é extremamente avançado e apenas a região externa da cabeça, que circula a base do couro cabeludo, ainda possui fios. O transplante capilar é o mais recomendado nestes casos.

Tipo VII: neste caso o avanço da calvície se acentua na região externa e poucos fios, menos de 20%, se mantêm na cabeça. Este grau de calvície só pode ser tratado com transplante capilar.

Tratamento com transplante capilar

O transplante capilar é o tratamento mais eficaz contra a calvície, pois garante resultados vitalícios para o paciente que sofre com o problema. Independente do grau, é fundamental consultar um cirurgião plástico especializado em transplante, que é quem vai indicar qual a melhor técnica para cada grau de calvície.

O procedimento é feito através de uma intervenção cirúrgica pouco invasiva em que é coletado uma quantidade de fios saudáveis do couro cabeludo do paciente, e implantados na área em que existe a queda de cabelo.

Entendeu quais são os graus de calvície? Sofre com o problema e quer saber mais sobre o transplante capilar? Então visite nosso Facebook e curta a fanpage para receber todas as novidades sobre os procedimentos.

Dr Raul Mauad
  • Doutorado em Medicina (Clínica Cirúrgica) pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-USP (2003).
  • Especialista em Cirurgia Plástica pelo Serviço do Professor Ivo Pitanguy (1996).
  • Médico formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (1990), com Residência em Cirurgia Geral no Hospital da Clínicas da FMUSP-RP (1992).
  • Em 2010, estagiou no mais conceituado Centro Oncológico dos E.U.A, Huston- Texax, MD. Anderson Cancer Center- Departamento de Cirurgia Plástica sob a tutela do Prof. Dr. Geofrey Robb.
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